quinta-feira, 23 de setembro de 2010
O BOM ADVOGADO
Um réu estava sendo julgado por assassinato na Inglaterra. Havia fortes evidências sobre sua culpa, mas o cadáver não aparecera. Quase no final da sua sustentação oral, o advogado, temeroso de que seu cliente fosse condenado, recorreu a um truque:
- "Senhoras e senhores do júri, eu tenho uma surpresa para todos vocês", disse o advogado, olhando para o relógio. Dentro de um minuto, a pessoa presumivelmente assassinada neste caso vai entrar neste tribunal." E olhou para a porta...
Os jurados, surpresos, também ansiosos, ficaram olhando para a porta. Um minuto passou. Nada aconteceu. O advogado, então, completou:
- "Realmente, eu falei e todos vocês olharam com expectativa. Portanto, ficou claro que vocês têm dúvida, neste caso, se alguém realmente foi morto. Por isso insisto para que vocês considerem o meu cliente inocente".
Os jurados, visivelmente surpresos, retiraram-se para a decisão final. Alguns minutos depois, o júri voltou e pronunciou o veredicto: - "Culpado!"
- "Mas como?" perguntou o advogado... "Vocês estavam em dúvida, eu vi todos vocês olharem fixamente para a porta!"
E o juiz esclareceu: - "Sim, todos nós olhamos para a porta, mas o seu cliente não..."
MORAL DA HISTÓRIA: NÃO BASTA TER UM BOM ADVOGADO, O CLIENTE TEM DE COLABORAR...
domingo, 19 de setembro de 2010
Lições de Marketing
1) Você vai numa festa, vê um mulherão do outro lado do salão, caminha até ela e diz: "Oi, eu sou ótimo de cama. Tá a fim?" Este, é o MARKETING DIRETO.
2) Você vai numa festa, vê um mulherão do outro lado do salão, dá um toque numa amiguinha sua, que vai até o mulherão e diz: "Oi, meu amiguinho ali é ótimo de cama. Tá a fim?" Isso é PUBLICIDADE.
3) Você vai numa festa, vê um mulherão do outro lado do salão, dá um jeito de conseguir o número do celular da criatura, liga e fala: "Oi, eu sou ótimo de cama. Tá a fim?" Isso é o TELE-MARKETING.
4) Você vai numa festa, vê um mulherão do outro lado do salão. Você a reconhece!!! Vai até ela, refresca sua memória, conta umas mentirinhas pra ela rir e aí tasca na direta: "Oi, eu sou ótimo de cama. Tá a fim?". Este é o GRC - GERENCIAMENTO DE RELAÇÕES COM O CLIENTE (CRM).
5) Você vai numa festa, vê um mulherão do outro lado do salão. Você vai até ela cantando e dançando a Dança da Motinha. Dá um sorriso de Tarcísio Meira, faz cara de Paulo Zulu, começa a conversa mole, elogiando a criatura, a mãe dela, o pé dela, diz que sonhou a vida toda com ela, pergunta, cavalheiristicamente, se pode sentar-se ao lado dela e solta: “Oi. Eu sou ótimo de cama, tá a fim?". Esta é a ESTRATÉGIA AGRESSIVA DE VENDAS.
6) Você vai numa festa, vê um mulherão do outro lado do salão, e...Imagine... ELA VEM ATÉ VOCÊ e diz: "Oi, gatão. Ouvi dizer que você é ótimo de cama. Tá a fim?" ESTE SIM É O PODER DA MARCA.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
O Retorno - Mensagem
Depois de um ano sem postar volto a ativa.
Alguns motivos me faz retomar esse hábito; a necessidade de escrever, digitar e ler; de transformar em textos pensamentos que passam em minha cabeça; compartilhar sentimentos que tenho no meu dia-a-dia; entre outros inúmeros motivos.
Hoje por exemplo me deparei com um texto lido em um determinado perfil de orkut e que me fez refletir por uns instantes sobre a vida e o que esperamos dela.
Que Deus abençoe a cada um de vocês!
Quero namorar sua cultura e suas limitações.
Quero namorar suas formas...e aprender a te namorar a cada vez que sua moldura for retocada pelo tempo.
Quero namorar sua voz e seu silêncio.
Suas conclusões e suas interrogações.
Suas dúvidas e suas certezas.
Seus anseios, seus receios, suas vontades e suas coragens.
Seu céu e seu inferno.
Quero namorar seus sonhos e aliviar seus pesadelos.
Quero amarrotar seus lençóis, e acordar do seu lado.
Quero perceber o brilho dos seus olhos, para poder realizar todos os seus pequenos sonhos... e dar tudo de mim para realizar os grandes também!
Quero ser seu único.
Seu diamante perfeito.
A jóia que você queira usar nos melhores momentos da sua vida.
Quero desfilar contigo, sempre ao lado!
Mas, quero aprender a ser coadjuvante quando a individualidade lhe for necessária. Por fim, depois de tentar lhe fazer única, quero partir por último,
para não lhe causar a dor de chorar por mim.
(Autor Desconhecido)"
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